“What’s your favorite scary movie?” Talvez essa seja uma das piores frases de se ouvir ao telefone de um número que você não conhece. É ela também que abre um dos filmes de terror mais revolucionários dos anos 1990. Vem comigo rebobinar Pânico!

Eles mal sabiam o que iria lhes acontecer… *música sinistra*

Como já comentei em algumas colunas daqui da Rebobinando (como por exemplo em O Iluminado e Creepshow 2), eu fui uma criança que ABOMINAVA filmes de terror! Nunca tive coragem de assistir um durante muito tempo, mas depois na adolescência acabei dando uma chance aos filmes mais modernosos da época e passei a curtir o gênero… com algumas (muitas) ressalvas. A série cinematográfica Pânico definitivamente é uma delas.

Uma curiosidade minha sobre essa franquia, no entanto, é que comecei a assisti-la completamente fora de ordem (quase como a minha experiência com Máquina Mortífera). Como o primeiro filme foi lançado em 1996, eu ainda não tinha criado coragem para vê-lo e, confesso, a máscara do assassino Ghostface e a cara de espanto da Drew Barrymore no cartaz faziam parecer algo muito mais assustador do que era na verdade. No entanto, logo dois anos depois, com o lançamento de Pânico 2 em 1998, acabei indo ao cinema com um grupo de amigos e foi muito divertido. Porém, só cheguei a ver o primeiro mesmo bem depois, lá por volta do ano 2000, após o fechamento da trilogia com Pânico 3, que foi quase uma experiência coletiva, onde eu e outras pessoas comentavam o filme em voz alta, fazendo todo mundo rir! Não chegou a ser uma experiência de estádio, tipo os filmes do MCU, mas tava cheio de gente engraçadinha.

Dica: Se você não tem um amigo chato que para o filme pra fazer palestrinha, é porque VOCÊ É ESSE AMIGO.

Ver o primeiro filme somente depois do 2 e do 3, amarrou um monte de pontas para mim e me fez gostar muito mais desse novo gênero de slasher meta-consciente em que as pessoas do filme possuem um certo conhecimento de filmes de terror e não tomam decisões completamente burras na hora de serem fatiadas por um assassino implacável! Depois desses filmes, acho que o único que eu gostei mesmo de ver foi outro filme semi-metalinguístico que destrinchava os clichês de filmes de terror enquanto nos fazia rir e morrer de medo ao mesmo tempo. O impressionante O Segredo da Cabana (The Cabin in the Woods, 2011) é um sucessor digno de Pânico, do ponto de vista sobrenatural. Até mesmo mais do que Pânico 4 que foi lançado no mesmo ano.

Ok, que ao assistir tudo fora de ordem, eu tive spoilers sobre quem eram os assassinos do primeiro filme. Mas diante de tudo o que ele representava para a cultura popular em geral na época (e talvez até hoje em dia), isso fica de verdade em segundo plano. O interessante de Pânico vai muito além da fórmula do whodunnit? (ou “quem é o culpado?”, em inglês). Ele é uma análise do zeitgeist, do espírito de uma época, da saturação de Hollywood em repetir as mesmas fórmulas de novo e de novo e de novo. Mas que ao apresentar novas soluções para uma aparente falta de criatividade coletiva daquele tempo, acabam criando em si mesmo uma nova repetição de fórmulas, como várias outras obras visionárias, tipo Watchmen, ou Matrix. Não à toa Alan Moore e as Irmãs Wachowski também passaram a enveredar pela meta-crítica em suas obras anos depois… 

A franquia “FACADA”, os filmes dentro do filme.

“HELLO, SYDNEY!”

Hoje em dia, a “metacrítica” é um negócio meio esnobe que soa como petulância para muita gente. E com razão. Houve uma época em que uma obra criticar o próprio formato de mídia ao qual ela pertence parecia algo muito inteligente, ainda mais se considerarmos que não era uma análise feita com frequência. Mas com o passar dos anos, ela foi se tornando cada vez mais comum e, convenhamos, um pouco esnobe mesmo, ainda mais se feita por autores que não sejam tão bons assim. Afinal, é fantástico ver o Ozymandias dizer que “não é um vilão de quadrinhos” ao contar seu plano, mas aí quando o Coringa faz, o Doutor Destino faz, o Thanos faz, o Darkseid faz… a coisa vai perdendo o elemento de surpresa.

Para quem não entende o que eu estou dizendo, “metacrítica” é quando uma obra, um filme, por exemplo, usa o próprio filme para reclamar da falta de criatividade em Hollywood. Vem da junção do termo “metalinguagem” que a gente aprende na escola, que significa utilizar uma linguagem para falar da própria linguagem, e do termo “crítica” que, bom, é uma análise sobre uma obra. É como quando vemos a Mulher-Hulk saber que vive em uma história em quadrinhos. Ou quando encaramos toda a série de Watchmen como uma análise profunda do que é “fazer quadrinhos”.

NÃO É, SIDNEY? OLHAQUI MEU INGRESSO, MULHER!

Obras de metalinguagem existem aos borbotões no mundo. Tanto na literatura, quanto nos quadrinhos, no teatro, no cinema e até mesmo na música. Muitas vezes quando envolve uma quebra da quarta parede ou uma análise superficial sobre um clichê próprio de uma arte. Geralmente envolve algum autor que possui tanta paixão por aquilo que faz, com todos os seus altos e baixos, que resolveu reunir todos os pontos em uma obra só. E Pânico nasceu exatamente dessa paixão do roteirista Kevin Williamson pelos scary movies dos anos 70 e 80.

Como tanta gente em Hollywood, Williamson era um roteirista pobretão na cidade dos anjos, buscando vender um roteiro para alguma produtora de cinema e fazer uma grana alta. Com o título inicial de Scary Movie (ou “Filme de Susto”, numa tradução literal) ele juntou um punhado de referências e seu amor pelos filmes de terror que assistiu durante a infância na hora de escrever o roteiro completo e um tratamento para duas continuações, ainda em 1995. No entanto, seu primeiro texto era muito violento e descritivo para conseguir ser arrematado por um estúdio. Somente após algumas mudanças de tom na violência, ele conseguiu que a Miramax e a Dimension Films se interessassem. Ambas as empresas pertenciam aos Irmãos Weinstein na época e tinham já uma reputação de fazer filmes de terror e bem violentos, com um público cativo.

Mas olha, vou concordar que “Scary Movie” não soa muito “scary” mesmo…

O curioso é que inicialmente, Wes Craven nem estava tão interessado assim em dirigir o filme! Na época, o diretor havia acabado de terminar O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger (1994) e estava interessado em produzir um remake de The Haunting, um filme britânico de 1963. Porém, mesmo assim, ele disse em entrevista que estava pensando em se afastar do gênero do terror, quando recebeu o primeiro convite para dirigir Pânico. Com isso, os Weinstein foram atrás de outros diretores como Danny Boyle, George Romero, Sam Raimi e Robert Rodriguez. Contudo, o roteirista disse que nenhum deles foi capaz de “sacar” o filme, que não era apenas um terror de assassino qualquer, mas uma visão bem humorada do gênero como um todo. Nesse ponto, os elementos de comédia eram tão importantes quanto os de terror e, aparentemente, nenhum dos diretores citados parecia entender isso (eu particularmente acho muito difícil Raimi e Rodríguez não entenderem esse ponto, mas eu não estava lá). 

Quando a produção de The Haunting (que saiu nos cinemas anos depois), foi por água abaixo, Craven pôs o rabinho entre as pernas, engoliu o orgulho e ligou para os produtores perguntando: “E aquele projeto do filme de terror metalinguístico? Ainda tá de pé?” E foi a melhor escolha que ele poderia ter feito. Claro que a essa altura, o filme já estava em produção e contava até com um nome de peso no elenco, escalado para viver a protagonista Sidney Prescott: ninguém menos do que a menininha do E.T., Drew Barrymore! Como Craven estava cansado dos filmes de terror com baixo orçamento e atores desconhecidos, o fato de Drew estar escalada para o filme foi um fator determinante para ele, que viu nesse fato uma oportunidade de escolher uma galera de mais nome para atuar no filme.

“Oi, Casey, aqui é do SERASA!”

Problemas de contrato, no entanto, impediram que Barrymore fosse a protagonista e ela teve que ser substituída (e, pensando mais ou menos nas datas, eu imagino que ela tenha sido impedida por causa de “Batman Eternamente” o que, convenhamos, é uma tristeza sem tamanho). Em seu lugar entra a queridinha de Party of Five, uma das minhas paixonites dessa época, Neve Campbell. A atriz teve receio de aceitar o papel porque tinha acabado de filmar um outro terror, chamado Jovens Bruxas e temia ficar marcada como “atriz de terror”. Mas aceitou no fim, porque seria a protagonista. Drew Barrymore não ficou de fora totalmente e, como ela estava super interessada em fazer o filme de qualquer jeito, acabou sendo a primeira vítima do Ghostface, logo na abertura do filme.

Isso, inclusive, ainda ajudou a produção a dar um ar de “OHMEODEOS TUDO PODE ACONTECER!!!!!!1!!!1” Porque se o filme tinha A PACHORRA de matar alguém do calibre de DREW BARRYMORE (que nos anos 90 tava com tudo) logo em SUA PRIMEIRA CENA, isso significava que ninguém estaria a salvo! A cara da atriz estava estampada gigante no poster! Ela estava em primeiro plano, antes de todos os outros atores do elenco! Todo mundo achava que ela seria a protagonista e ela morre com 10 minutos de película? Olha que audácia!

A história do rosto por trás do pôster

Uma que precisou lutar pelo papel foi Courtney Cox. Os produtores não achavam que ela seria capaz de dar vida à repórter casca-grossa Gale Weathers, mas Courtney, que queria pegar algo diferente de sua personagem neurótica em Friends, não desistiu e perturbou todo mundo até conseguir o papel. Com o restante do elenco formado, Wes Craven deu início às filmagens, mas não sem inúmeros problemas…

“So no one told you death was gonna be this waaaayyyy…”

“DO YOU WANNA DIE TONIGHT?”

O filme se passa na fictícia cidade de Woodsboro, na Califórnia. Mas para as filmagens, era preciso encontrar uma cidade e uma escola que pudessem servir de base para a história. Encontraram algumas casas em cidades pequenas da Califórnia porque Craven estava decidido que tudo deveria ser filmado nos EUA. A escola escolhida, no entanto, não curtiu servir de base para uma história envolvendo um assassino em série, por causa do sequestro e morte de uma adolescente alguns anos antes. A associação de pais local e a direção da escola se opuseram veementemente à produção do filme, que teve que levar as gravações para um centro comunitário em outra cidade próxima. Nesse meio tempo, o diretor quase foi chutado do filme pois a produção achava que a história, nem o assassino eram assustadores o suficiente.

Tudo porque o roteiro apenas descrevia um “assassino mascarado”, mas não especificava qual tipo de máscara ele utilizava. Craven queria algo marcante e capaz de assustar, e acabou gostando de uma máscara de uma loja de fantasias, que ele tinha visto por alto enquanto buscava por locações. Era a exata máscara do Ghostface, mas como ela pertencia a uma loja de fantasias dos EUA, a Fun World ele não podia usá-la assim impunemente. Sua paixão por essa máscara foi tanta que ele pediu aos figurinistas que bolassem um rosto parecido, mas diferente o suficiente para que não sofressem um processo. O resultado final não o convenceu e ele solicitou que a produção entrasse em contato com a loja e acabou usando a fantasia deles mesmo, para a felicidade de todos! 

Aparentemente “dar murro em ponta de faca” funcionou, né? E Wes conseguiu sua máscara.

Outro ponto importante para o Ghostface era sua voz. Tanto quanto parecer ameaçador, ele precisava SOAR ameaçador. E a voz criada pelo dublador Roger L. Jackson (sem parentesco com o Samuel) foi tão icônica que, mesmo nascendo apenas provisoriamente para atender aos atores durante as filmagens, entrou para a versão final do filme porque todo mundo adorou e não conseguia pensar em nenhuma outra voz diferente. Nascia assim o Cara-de-Fantasma? Fantascara? Cara-Fantasma…? Hum… 

Quase no fim da produção, Scary Movie finalmente mudou de nome para Scream (“grito” em inglês) porque os Weinstein não achavam que o nome original soasse como se englobasse o teor de comédia e terror do filme! Mesmo com protestos, tanto o diretor quanto o roteirista aceitaram a mudança e, hoje em dia, argumentam que ela foi ótima e providencial. Ainda mais se pensarmos que a série de paródias que surgiu alguns anos depois se apropriou do nome “Scary Movie” (que aqui virou “Todo Mundo em Pânico”e teve ainda mais continuações que os filmes originais. E cada uma pior que a anterior.

Melhor mudança de nome da história do cinema!

“WHAT’S YOUR FAVORITE SCARY MOVIE?”

Hora do resumo do filme. Mas com spoilers e bem rápido, porque convenhamos, o filme já tem mais de 25 anos. Mas eu respeito se você for um jovem nerd™ que nunca viu nenhum dos filmes antes. Vai lá e volta aqui para terminar a coluna.

Na pequena cidade de Woodsboro, uma jovem e seu namorado são assassinados dentro de casa por um cara usando uma máscara de fantasma e uma faca. Logo em seguida, a imprensa invade a cidade procurando entrevistar os jovens locais que iam à escola com as vítimas. A polícia, totalmente despreparada para encarar algo assim, já que estão acostumados à vida pacata de uma cidade pequena, se vira como pode para resolver o caso.

Todos estão super abalados pois um ano antes a mãe da protagonista, a jovem Sidney Prescott, foi estuprada e assassinada na cidade, levando à prisão de um cara chamado Cotton Weary (interpretado por Liev Schreiber. Ele diz ser inocente, mas Sidney Prescott garante tê-lo visto junto com a mãe antes dela morrer. A maior preocupação de todos é porque os dois assassinatos aconteceram a poucos dias do aniversário de um ano da morte de Maureen Prescott.

O grupo de amigos de Sidney é formado por sua melhor amiga, Tatum Riley (Rose McGowan), seu namorado Billy Loomis (Skeet Ulrich) e o melhor amigo dele, Stu Macher (Matthew Lillard). Além deles, temos o nerd cinéfilo do filme e favorito dos fãs, Randy Meeks (Jamie Kennedy). Em meio às investigações do filme, todos eles conversam e analisam as pistas dos assassinatos usando como base seus conhecimentos de filmes de terror e fazendo inúmeras referências, ao mesmo tempo em que criticam os clichês. 

NINGUÉM ESTÁ A SALVO! CORRAM PARA AS MONTANHAS!

O filme é repleto de jumpscares, os populares “sustões” que fazem a gente pular da cadeira a troco de nada. Mas mesmo com todos eles sendo meio gratuitos e acontecendo com frequência, acabam disfarçando os sustões de verdade que vêm acompanhados dos ataques do Ghostface

Com a chegada da intrépida repórter Gale Weathers (Courtney Cox) vamos acompanhando sua própria investigação junto ao policial Dewey Riley (David Arquette). Os dois desenvolvem um leve romance e desvendam juntos quais os próximos ataques do assassino mascarado, levando ao terceiro ato e à revelação final do whodunnit?

ESSA NÃO, MAIS UM CLICHÊ METALINGUÍSTICO!

O bacana da revelação, para mim, foram dois pontos: 1) o fato de que eram dois assassinos e não um; 2) a falta de motivação. Ter dois assassinos usando a mesma roupa é uma explicação ótima para o fato de que o Ghostface agisse de maneira quase sobrenatural, praticamente em dois lugares ao mesmo tempo, além de servir de álibi um para o outro. E o lance da falta de motivação era uma questão que o próprio roteirista, Kevin Williamson, queria usar de fato. Tudo porque, segundo ele, era muito mais assustador ter um “assassino sem motivo”, do que um, er, “motivado”. Com isso, houve até dissidência na produção, com parte da equipe preferindo um tipo de vilão e a outra não. E até nisso, ter dois culpados ajudou. Assim, Billy Loomis teve a motivação de ter a família desestruturada pela mãe de Sidney, que o levou a atormentá-la, enquanto Stu entrou nessa “só para curtir”.

O finalzinho é perfeito, justamente quando eles comentam que o vilão nunca morre de fato no fim e se levanta para dar mais um “sustão”, o vilão se levanta e dá mais sustão! Sidney, já no sangue-frio e puta da vida, descarrega a arma no ex-namorado e termina: “Não no meu filme!”

Ouviu o som do tabu quebrando?

Tô LendoPontos Fortes
  • Metalinguagem. Eu adoro. Eu sei que fico com pinta de esnobe, mas eu caio como um pato quando um filme fala de si mesmo na terceira pessoa, sabe? E se analisa e tenta inverter os próprios clichês e tenta nos surpreender. Pânico faz isso com esmero. E é lindo de ver.
  • Elenco. Talvez se não fosse o elenco estelar, o filme não tivesse nem metade do sucesso que teve. E dá para ver, as atuações são boas e seguras, e mesmo em um filme slasher se sustentam até hoje. Até porque, os clichês estão todos ali para somar.
  • Continuações. Apesar de não terem o mesmo brilho do primeiro filme, Pânico 2 e Pânico 3 são continuações dignas, com reviravoltas e muito mais papos metalinguísticos sobre a qualidade e a necessidade de continuações e trilogias. A trama vai ficando mais e mais confusa, mas tudo bem, esse nunca foi o ponto real dos filmes.
Tô LendoPontos Meh
  • Quarto filme. Lançado em 2011, o filme brinca com os reboots e remakes. Tem seus pontos altos, mas aí eu não sei se sou só eu, ou se o público já estava cansado de metalinguagem. E o filme acabou ficando bem mais fraco.
  • Assassinos. Apesar do Ghostface ser um vilão icônico, as revelações de quem são (ou de quem é) o “verdadeiro” assassino no final, sempre ficam meio aquém de quem esperamos pela trama. Nenhum dos filmes monta uma história de detetive em si com pistas concretas que permitam que os espectadores descubram o bandido no final, sabe? E tudo bem, não é Agatha Christie, né? Mas nessa onde de “qualquer um pode morrer e qualquer um pode ser o assassino”, cria muitas expectativas que vão por água abaixo quando revelam que na verdade era tudo culpa da mãe do namorado ou do irmão bastardo ou da prima deslumbrada…

Perderam a oportunidade de meter um “5” ali no lugar do “S” do último pôster.

Hoje em dia eu só tenho amor pela franquia como um todo. Mesmo com as continuações ficando um pouco abaixo do primeiro, elas sempre levantam alguns pontos interessantes sobre a história do cinema de terror. Estou com um pouco de medo de Pânico 5 ser meio ruim e de entrar na mesma onda louca dos “filmes dentro do filme” da franquia? Estou.

Se lembrarem bem, disseram que “Facada 5” tinha até viagem no tempo. Então, estou preparado para tudo! Mas tomara que não. Hum. Se bem que teve aquele dia da marmota, que a guria comemorava o aniversário morrendo, né? Vai que…

Saquei, Cara-Fantasma… Nada de viagem no tempo.

Enfim, nos anos 1990, Pânico foi um sopro de ar fresco em Hollywood e abriu um novo leque de possibilidades no cinema. Hoje em dia, temos outros ícones do cinema de terror que acabam sendo tão ou até mesmo mais visionários que ele… E é sempre bom ver que mesmo que já estejamos nerds cansados e cínicos, de vez em quando o cinema ainda arranja de nos surpreender.

E você? Qual é o seu filme de terror preferido? Conta aí nos comentários. Ou prefere que eu te ligue?


Pânico vale cinco rebobinandos. 📼📼📼📼📼

Kadu Castro

Por: Kadu Castro

Quadrinista, criador do “Escalafobético, O Ornitorrinco” ( e ainda esperando o sucesso). Professor de Inglês. Fã de quadrinhos. Aprendeu a desenhar vendo o Jim Lee, mas é fã mesmo do Scott McCloud. Acessórios vendidos separadamente. Não inclui pilhas.