Querida, cheguei! Essa frase ficou marcada na cabeça de uma geração inteira de crianças e adultos dos anos 90 com uma das famílias mais carismáticas e intrigantes da história da televisão! Em 65 milhões de anos ninguém jamais viu um programa como esse. Pega sua camisa xadrez e vem comigo rebobinar a Família Dinossauros!

A série é cheia de “easter eggs”, hein?!

Impressionante como uma sitcom de 65 milhões de anos atrás estava tão à frente de seu tempo. Mas tão a frente mesmo que continua super relevante hoje em dia (especialmente hoje em dia, eu diria). Recentemente, a série entrou no catálogo do DisneyPlus brasileiro e voltou à memória de cada habitante que curtiu o programa nos idos de 1990 e se identificou com as desventuras de Dino da Silva Sauro e sua família diante dos problemas sociais e econômicos crescentes daquela época (será que só daquela mesmo?). E está tudo ali: as críticas sociais, o humor pastelão, o tom sério, a metalinguagem… tudo! É super divertido, mas deprimente ao mesmo tempo notar que muitas das críticas econômicas e ambientais que eram relevantes na década de 90 continuam tão atuais em 2021, trinta anos depois.

Nos EUA, a série foi ao ar em 1991, pela rede de televisão ABC. Apesar dos fantoches e dos dinossauros antropomórficos, a sitcom não tinha um apelo unicamente infantil. Quer dizer, muitas crianças acabavam assistindo, mas o programa tinha um modelo bem mais de sitcom mesmo, para adultos, como os desenhos animados de horário nobre tipo Os Simpsons ou Family Guy. O que não quer dizer que crianças não assistissem, claro! O que acabava abrindo espaço para comentários em metalinguagem sobre como quando a vovó Zilda reclama de palavrões na TV e diz que “não quer programas que façam as crianças pensarem, porque elas só precisam assistir comédias de situação simples e bobas, com diálogos repetitivos e já testados”. Só que ao mesmo tempo em que critica, a série sempre arranjava um jeito de enfiar algum bordão clássico como “não é a mamãe” no meio dos seus diálogos!

“Eu queria dois filhos, mas aí veio o filho nº 3 e agora estamos em menor número. São três contra dois!” – Sabedorias de Dino da Silva Sauro

Aqui no Brasil, a família Silva Sauro chegou no ano seguinte, em 1992, no mix da programação do Xou da Xuxa. O sucesso foi tão grande, que não demorou muito para ela entrar na programação da Globo em horário nobre, aos domingos, logo após o humorístico dos Trapalhões (ali pelas 20h, entre o Faustão e o Fantástico). A série durou quatro temporadas com episódios variados, totalizando 65 no final. Ela encerrou de forma trágica em 1994 e aqui em 1995, mas foi sendo reprisada pela vênus platinada até mais ou menos 1997 ou 98, quando começou a passear por outros canais brasileiros como o SBT, Bandeirantes e, bem posteriormente, o canal a cabo Viva!

“QUERIDA, CHEGUEI!”

Tudo começou em 1988 quando o mago dos fantoches, Jim Henson, foi contratado para criar as fantasias animatrônicas de um certo grupo de adolescentes mutantes que viviam no esgoto. Foi preciso desenvolver toda uma nova tecnologia de manipulação de bonecos para trazer à vida as tartarugas ninja, como roupas de borracha leves o suficiente para facilitarem a movimentação e acrobacias de luta, bem como um equipamento de rádio que permitia aos manipuladores criarem as expressões dos rostos dos bonecos enquanto os atores usavam seus corpos. Muita gente sabe, inclusive, que Jim Henson detestou o resultado final do filme das Tartarugas por ser “violento demais”… Então provavelmente foi por isso que ele teve uma ideia de criar um seriado de comédia de situação com uma família de dinossauros. Em entrevistas com outras pessoas da produção, fica claro que essa era uma ideia que Henson já tinha há muito tempo, porém nunca havia conseguido pô-la em prática por causa da falta de tecnologia. Com o desenvolvimento dessas novas técnicas, ele pôde finalmente dar vida ao seu projeto de dinossauros! Quase como um Jurassic Park! (toca a música tema)

Então, logo após o fim das filmagens de Tartarugas, a equipe de Henson começou a trabalhar no desenvolvimento da Família Dinossauros. Isso já era mais ou menos 1989 e, infelizmente, Jim Henson viria a falecer prematuramente no ano seguinte de pneumonia, sem jamais ter visto o sucesso da sua ideia. Seu filho, Brian Henson, levou o projeto adiante, e a rede de televisão trouxe o roteirista e produtor executivo Marc Jacobs, junto com outro produtor, Bob Young. Segundo um documentário presente como extra nos DVDs americanos da série, a ideia surgiu de um almoço entre Henson e o designer de personagens Kirk R. Thatcher, sobre um grupo de dinossauros meio atrapalhados e despreocupados com a vida. Há muitos recursos disponíveis e os dinos não imaginam que podem ser extintos, já que são a espécie dominante do planeta, então consomem muitas coisas sem pensar no futuro. Hum, onde eu já vi isso antes? O próprio Marc Jacobs define a série como uma história do que fez os dinossauros serem extintos, que basicamente foi casar, ter filhos e viver em sociedade!

É um conceito sombrio se pararmos para pensar (ainda mais depois que a gente constitui uma família), mas talvez seja esse o motivo do programa se manter tão atual até hoje. Como eles não tinham o menor compromisso com a realidade, afinal eram dinossauros de roupa e vivendo em sociedade, era muito mais fácil abordar temas relevantes do que a maioria das sitcoms comuns. Porque, vamos parar para analisar, uma sitcom habitual tratava na maioria dos casos de problemas bem específicos e leves em seus episódios, afinal de contas eram comédias de situação. Eventualmente, elas tratavam de casos mais sérios como o consumo de drogas, ou a morte de um parente, ou coisas do tipo, mas eram episódios especiais, com um foco em mente.

Família Dinossauros fugia desse modelo porque conseguia tratar dos assuntos na base da metáfora e falou de coisas como homossexualidade em um episódio onde Bobbie tinha dúvidas se era “carnívoro ou herbívoro”. Dino chega a brigar com Fran dizendo que o filho puxou ao tio, irmão dela, que “sempre comeu do lado errado do prato”! O programa ainda falou de assédio sexual num episódio genial chamado “O que o Harry Sexual Quis Dizer” que em inglês tem um trocadilho maravilhoso em que “What Sexual Harris Meant” forma o termo sexual harrassement, que significa assédio sexual. E assim eles falavam sobre o abuso de drogas, de anabolizantes, desequilíbrio ambiental, masturbação, pressão sobre o corpo das adolescentes, feminismo, abuso com idosos, os males do capitalismo ultra liberal da época, etc. etc.

Se a “mão invisível do mercado” tivesse um corpo, seria o do Sr. Richfield.

A desculpa e a graça eram que, porque os personagens eram dinossauros, todo o pensamento da sociedade deles era bem arcaico (alguns diriam até, ahem, conservador). Como foi dito antes, os dinos eram soberbos em seu modo de vida e achavam que viveriam para sempre, sem consequências… Não à toa também, os personagens mais contestadores eram os adolescentes. Bobbie (que no original se chamava Robbie) e Charlene estavam sempre questionando as tradições e o modo de vida jurássico, como por exemplo no primeiro episódio em que o adolescente pergunta ao pai “Se estamos em seis milhões e três, por que ano que vem é seis milhões e dois? Por que estamos contando ao contrário?” Ou ainda em um episódio onde Charlene questiona o modelo em que a Terra é quadrada e o centro do universo, propondo a existência de um modelo heliocêntrico com uma Terra redonda e causando um furor na comunidade científica!

Mas em tempos de Paulo Guedes e falas como “o dólar a cinco reais é bom”, temos o incomparável e irrefreável capitalista Sr. B.P. Richfield! Presidente da empresa IssoÉAssim, ele tem a mão em todo e qualquer recurso natural capaz de gerar lucro e explora cada centímetro do continente de Pangea e de seus funcionários, entre eles o pobre Dino. Ver seus diálogos no programa é sempre muito engraçado e assustador ao mesmo tempo, porque ficamos imaginando que não é possível que alguém pense dessa forma só para descobrirmos que, sim, não só existem como estão por aí em governos e ministérios, sendo eleitos e indicados (e no mundo inteiro, não só aqui, não). Richfield chega ao cúmulo de declarar que Dino “não precisa de mais dinheiro, e sim de menos família”, quando o dinossauro vai pedir um aumento, mas o que não dá para esquecer é o diálogo entre os dois diante do fim do mundo, no último episódio da série.

“NÃO É A MAMÃE!”

A dublagem do programa pegou aquele auge do fim da década de 80, em que muitas produções ainda se preocupavam com localizações e tradução, sem ter que exigir que os nomes originais permanecessem por conta de trademark. Imagina ter que enrolar a língua toda para falar Earl Sinclair em vez do sonoro e aliterativo Dino da Silva Sauro? Uma curiosidade, inclusive, era que os nomes de muitos personagens no original em inglês eram nomes de EMPRESAS DE PETRÓLEO dos Estados Unidos, olha só! “Earl” em inglês também significa “Conde”, mas o sobrenome Sinclair, vem da Sinclair Oil Corporation. O chefe B.P. Richfield foi batizado com o nome de duas empresas, a British Petroleum (B.P.) e a Richfield Oil Corporation (que hoje em dia se chama Atlantic Richfield Corporation). O amigo tiranossauro de Dino, Roy Hess, também tem o sobrenome tirado da Hess Corporation. E finalmente, a vovó Zilda, que se chama Ethyl Williams no original, foi batizada com o nome da Ethyl Corporation, uma subsidiária da Esso e da GM em Nova Jérsei. Descobrir isso sanou uma dúvida de quase 30 anos que eu tinha… Ainda assim, eu prefiro os nomes da dublagem.

Taí uma sacada super genial do programa que se perdeu na tradução. Aqui talvez devessem se chamar Dino Ipiranga, ou Sr. Petrobrás e a Vovó Shell…

E por falar em “nomes da dublagem”, os dubladores brasileiros são um espetáculo à parte! Tentei assistir alguns episódios no som original, mas não consegui. Não sei se é só a nostalgia, mas para mim as vozes em inglês realmente não têm o mesmo impacto, tirando talvez dois nomes como Jessica Walters (a Lucille Bluth de Arrested Development) que fez Fran da Silva Sauro e Christopher Meloni (o policial Stabler de Law & Order SVU) como Carlão, o amigo baderneiro do Bobbie! As vozes nacionais contam com atores já clássicos da dublagem como o comediante José Santa Cruz, que fez o Dino da Silva Sauro. Além dele temos também Maria Helena Pader como Fran, Miriam Ficher como Charlotte, José Leonardo (meu amigo, que eu chamo de Perninha) como Bobbie e Marisa Leal como Baby da Silva Sauro.

O elenco ainda contava com vozes já clássicas do cancioneiro dubladoresco popular, como Paulo Flores de Sr. Richfield, Garcia Júnior de Carlão e nosso eterno Batman, Marcio Seixas como o âncora de telejornal Howard Handupme. Inclusive, eu queria comentar que só agora, 30 anos depois, é que eu finalmente entendi o trocadilho do nome do jornalista. Por que mesmo na época eu já sabia que deveria existir uma piada com esse sobrenome, mas não conseguia captar qual… Existe uma expressão em inglês que é “hand-me-up” que significa uma coisa de segunda mão, o que sempre me confundiu. Mas nesse caso a piada era literalmente “hand up me”, ou “mão-dentro-de-mim”, porque o cara É UM FANTOCHE AFINAL DE CONTAS. ELE TEM LITERALMENTE UMA MÃO POR DENTRO DELE!

As vozes por trás dos dinos!

“VAMOS PRECISAR DE UM OUTRO TIMMY”

Além dos personagens principais, a série era povoada por mais um bocado de dinossauros, o que aumentava ainda mais o valor de produção. Reza a lenda, aliás, de que o programa só foi cancelado porque cada episódio custava cerca de um milhão de dólares para ser feito. Hoje em dia em tempos de plataformas de streaming bilionárias, é até risível porque certas séries têm orçamentos milionários que rivalizam com alguns filmes blockbuster. Mas no início da década de 90, era uma parada meio onerosa. A partir do momento que a audiência deu uma caída, já não era mais tão interessante manter os Silva Sauro no ar. No making of da série, os produtores ainda comentam que ela foi aceita pelos cabeças da rede de televisão SEM UM EPISÓDIO-PILOTO, porque seria ainda mais caro fazer um piloto só para isso. Tudo bem que eles contavam com o nome de JIM-MODAFUCKIN-HENSON, e toda a fama do seu estúdio para colocar o projeto em prática (sem contar em um pitch ótimo com design de personagens ótimos e um roteiro pronto).

O desenhista Kirk Thatcher foi o responsável pelo design dos personagens e é interessante ver como todos os dinos evoluíram (heh) dos seus primeiros traços no papel para o visual final. Dino da Silva Sauro tinha um queixo mais quadradão e uma cara bem mais ameaçadora, até que eles entenderam que era preciso fazer dele um bicho mais bonachão. As diferenças de gênero eram evidenciadas por perucas e cílios nas mulheres (o que não ficou tão legal, nem fazia sentido), mas que depois foi mudado para características mais saurescas, como cristas ou chifres, que poderiam simular um tipo de cabelo (sem contar claro com coisas mais específicas de gênero como brincos, colares, cílios, aventais e chapéus que davam esse tom).

Dinossauros com cabelo e um Dino malvadão? Como deve ter sido essa série num universo paralelo?

É meio machista? É. É de bom tom? Não sei. Lembremos que eram os anos 90 e que, apesar de ser uma série muito progressista, não podemos ganhar todas. Ainda assim, vários dinossauros eram “sem gênero” porque eles apareciam de acordo com a história como personagens diferentes, sendo machos ou fêmeas. Esses dinos, aliás, eram chamados de unissauros pela própria produção e contavam com fantoches e fantasias que, com uma simples mudança de roupa, podiam ser um colega de trabalho, um apresentador de TV, um advogado pilantra, uma amiga da escola, uma babá ou uma mãe revoltada.

Os programas de TV da Família Dinossauros usavam vários desses unisauros e divertiam tanto quanto o próprio programa. E às vezes eu tinha vontade de que a série gerasse alguns spin-offs dessas coisas que apareciam na televisão. Como o Capitão Bonequinho (Captain Action Figure no original, mas que foi traduzido aqui como Boneco do Capitão Ação), que aparecia só para vender brinquedos no programa, o que leva a Fran a perguntar “Quanto tempo dura esse comercial?” e o Baby responde “Não é um comercial, é a programação infantil!”. Ou ainda o programa Pergunte ao Sr. Lagarto em que um dinossauro de jaleco fazia experiências com um menininho chamado Timmy ao lado que sempre sofria algum acidente grave, levando o tal sr. Lagarto a gritar para a produção “Vamos precisar de um outro Timmy!”. Ou então o Tricera-Tira (Tricera-COPS) em que um detetive triceratops age como um policial revoltado que não se encaixa no sistema. Num dos episódios ele grita para um suspeito “Saia daí com as mãos em cima da cabeça” e o cara responde “Eu não consigo, sou um tiranossauro!” E o tricera-tira enche ele de bala!

Alguns desses programas de paródia eram piadas recorrentes, outros apareceram uma vez só, mas todos ficaram praticamente implantados em nossas memórias!

Paródias de programas educativos, de seriados antigos, desenhos animados e shows policiais… Só clássicos!

Tô LendoPontos Fortes
  • Humor. Antes de mais nada, o programa era super engraçado e muitas piadas ainda se sustentam até hoje. As paródias de TV, os trocadilhos (mesmo adaptados), e até mesmo o humor muito próximo da realidade eram uma joia na nossa própria programação de TV.
  • Personagens. Com vários personagens carismáticos, cada um com uma personalidade bem definida ao longo de quatro temporadas, é fácil encontrar gente por aí, cada um com um personagem preferido diferente. Isso mostra que não existe um só que é a estrela (muito embora haja o Baby), mas que todos são bem escritos.
  • Sutileza. Junto com o humor, a sutileza do programa ao tratar de certos temas era bem eficiente. Como falei ali em cima, o fato de não serem humanos facilitava a abordagem de alguns assuntos porque vinham travestidos de “problemas de dinossauros”, mas com uma metáfora clara para a nossa sociedade.
Tô LendoPontos Meh
  • Antiga. Na verdade, eu não consigo imaginar nenhum ponto negativo, então estou pensando no que alguém pode achar ruim. A série é bem antiga e talvez, TALVEZ, algumas piadas ou situações não caiam muito bem como naquela época. Minha esposa apontou como a Fran era um bocado submissa ao Dino apesar dele ser um panaca, ainda assim, durante a série ela tem seus momentos de “não-submissão” mesmo que passe o tempo todo de avental. Meu filho de 4 anos ficou completamente desinteressado pelo programa também, o que eu achei um absurdo, mas isso foi só até aparecer o Baby e rolou uma identificação assustadora! Inclusive, eu como pai senti um pavor muito grande ao notar certos comportamentos parecidos entre o Baby da TV e o meu baby! Mas a série é brilhante. Não tem pontos ruins, não.

Tchau, Howard… *chuif*

Eu acho que todo mundo deveria assistir Família Dinossauros completa pelo menos uma vez na vida. E acho curioso como muitas séries antigas enganam a gente parecendo muito maiores do que são quando na verdade possuem apenas 13 episódios ou menos, ainda mais porque o seriado da Família Dinossauros tem 65 episódios e muita gente (inclusive eu) lembra com muita clareza de todos, ou de quase todos. Se você chegar para alguém e falar “lembra daquele episódio em que o Dino vira executivo de TV?” Alguém vai lembrar. Ou então “E aquele episódio em que o Bobbie toma anabolizante?” Alguém vai lembrar. Ou ainda “Aquele episódio da dança do acasalamento?” Alguém vai lembrar. Enfim, você entendeu!

É fato que o programa foi um marco na televisão mundial e um sucesso absurdo durante uns cinco anos, gerando uma infinidade de merchandising que foram de chaveiros a discos de vinil. Eu lembro de ter me decepcionado especificamente com os bonequinhos “action figure” da família, que era feitos de um vinil meio vagabundo mesmo, sem articulação nem nada, mas a joia mesmo das lojas de brinquedos era um Baby falante em tamanho natural (pelo menos para o nosso tamanho natural, já que eles eram dinossauros gigantes, obviamente). O sucesso foi tão grande que houve até mesmo uma matéria no Fantástico falando sobre o programa!

Se você parar pra pensar, se o plástico vem do petróleo, e o petróleo vem dos dinossauros, os dinossauros de plástico vagabundo são feitos de dinossauros de verdade!

E você? Lembra dessa família pré-histórica? Tem saudades? Vai ver tudo de novo no DisneyPlus? Me conta qual o seu episódio favorito aí nos comentários!


Família Dinossauros vale cinco rebobinandos com certeza! 📼📼📼📼📼

Kadu Castro

Por: Kadu Castro

Quadrinista, criador do “Escalafobético, O Ornitorrinco” ( e ainda esperando o sucesso). Professor de Inglês. Fã de quadrinhos. Aprendeu a desenhar vendo o Jim Lee, mas é fã mesmo do Scott McCloud. Acessórios vendidos separadamente. Não inclui pilhas.