Kadu Castro

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Sobre Kadu Castro

Quadrinista, criador do “Escalafobético, O Ornitorrinco” ( e ainda esperando o sucesso). Professor de Inglês. Fã de quadrinhos. Aprendeu a desenhar vendo o Jim Lee, mas é fã mesmo do Scott McCloud. Acessórios vendidos separadamente. Não inclui pilhas.

Rebobinando #11

2018-01-19T00:33:58+00:00 4 de dezembro de 2017|

“Ain, a Liga nunca foi engraçada! Nunca foi dessa de piadinhas!” - AHEM! Permita-me discordar! Porque hoje a Rebobinando traz de volta uma das melhores fases da Liga da Justiça, senão A melhor fase! Isso mesmo, estou falando de Liga da Justiça Internacional pelas mãos de Keith Giffen, J.M. DeMatteis e Kevin Maguire, e seus revivals mais recentes Já Fomos a Liga da Justiça e Eu não acredito que não é a Liga da Justiça! Porque de desgraça nesse mundo já basta Batman V. Superman.

Rebobinando #10

2018-01-19T00:29:07+00:00 27 de novembro de 2017|

Esta semana vamos passar pelo passadíssimo, passado, quase presente e não tão distante futuro de duas equipes que ficaram famosas nas mãos de Jim Lee! Estou falando do crossover de 1998, WildC.A.T.s/X-men.

Rebobinando #09

2018-01-19T00:20:32+00:00 20 de novembro de 2017|

Aqui estou eu de novo, dos confins do passado (QUE EM GERAL CONSISTE DOS ANOS 90) trazendo as pérolas de uma época composta por inúmeros bolsinhos, mullets e clones. Desta vez aproveitando o filme mais recente da DC Comics, para falar do reboot que veio por volta de 1996 aqui no Brasil: Zero Hora - Crise no Tempo!

Rebobinando #08

2018-01-19T00:31:20+00:00 13 de novembro de 2017|

Amém, pois aquele que morreu em sacrifício por nós ressuscitou. Em 1992 o último filho de Krypton deu sua vida em um arco infindável de histórias chamado “A Morte do Super-Homem” (na época ainda não o chamavam de Superman, a não ser nos filmes e na série.

Rebobinando #07

2017-11-27T16:29:34+00:00 6 de novembro de 2017|

Sempre fui um fã professo do Homem-Aranha. Desde a fatídica Teia do Aranha #30, que continuava com a volta da Gwen Stacy. Ou seja, nunca fui lá muito fã do Thor. Mas lembro bem de um gibi que um amigo da escola me emprestou e que tinha um gimmick muito maneiro.

Rebobinando #06

2017-11-06T12:56:28+00:00 30 de outubro de 2017|

O ano é 1984. Indiana Jones e o Templo da Perdição chegavam ao cinema, juntamente com os Caça-Fantasmas e o Exterminador do Futuro. Os Menudos tocavam na rádio enquanto o povo nas ruas pedia Diretas Já! Michael Jackson se consagrava o rei do pop e Stevie Wonder te ligava só pra dizer que te amava… E em meio a tudo isso, esperávamos ansiosamente por Stranger Things 2 em frente ao videogame. *musiquinha sinistra*

Rebobinando #05

2017-11-06T13:03:15+00:00 23 de outubro de 2017|

Cá estou eu de novo, como o teu avô, contando histórias do arco da velha, proferindo o já clássico “mas é que no meu tempo…” e tentando ensinar pra vocês que antes de ser da Hydra, o Capitão já foi nazista, que antes de sair quebrando pescoços no filme, o Super já matou gente nos quadrinhos, e que nos anos 90 existia uma banda chamada “Que Fim Levou o Robin?” (NÃO PERGUNTE)… Mas hoje falaremos do Homem-aranha.

Rebobinando #04

2017-11-06T13:03:30+00:00 16 de outubro de 2017|

VAI, VANDERLEY! - Era com essa grande frase que muitos moleques da minha época ligavam o seu mega drive pra jogar o famigerado Altered Beast. Pronunciado propriamente como auterédi bísti. E hoje na Rebobinando, vamos tratar exatamente deste clássico que vinha no primeiro mega drive vendido no Brasil. Welcome to your Doom-ah!

Rebobinando #03

2017-11-06T13:03:23+00:00 9 de outubro de 2017|

Essa semana deu bug na Gibiteca e nós viemos direto do Futuro. Ou seria do Futuro do Pretérito? Enfim, são lembranças de um futuro esquecido. Mais especificamente do ano de 2099, onde encontraremos o Homem-aranha 2099!

Rebobinando #02

2017-11-06T13:03:42+00:00 2 de outubro de 2017|

E aí, gente? Beleza? Aqui é o Kadu e esta é a Rebobinando, a coluna onde vamos rever bastante coisa do passado nerd de quem cresceu por volta dos anos 80-90 no Brasil. Tô falando de videogames, filmes, seriados e quadrinhos que tiveram um certo sucesso (ou, não, nunca se sabe), mas que de alguma forma ficaram na cabeça de quem já tem pelo menos mais de trinta hoje.